quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Unção


 Nossa unção não è como uma peça de roupa que se usa em um dia e no outro se troca, muito menos uma mercadoria estragada que pode se livrar. 

   Creio cegamente que Deus deu a cada um a sua unção, segundo o seu propòsito. Então, para que eu deveria querer trocar-la por outra ou pela de alguma outra pessoa?... Se Deus nos deu a nossa, a troco de que eu iria querer a de alguèm? (Talvez seja porque a grama do vizinho è mais verde..) Penso da seguinte forma: Se não hà limites em nòs, porque devemos coloca-los?..  Porque ser um pouco do que aquela pessoa è se você pode ser muito melhor?

   Graças a Deus que não tenho previlègios na minha vida, como uma (ajudinha de alguèm) para subir na vida, nem sobrenome de algum parente famoso porque assim tenho a oportunidade de fazer meu pròprio nome e minha pròpria història, sem ser sombra de ninguèm. Creio que assim como sou ùnico, minha unção tambèm è, por isso não a rejeito. 

   Se tentasse imitar alguèm, sem sombra de dùvidas que eu deixaria de ser eu, e seria nada mais do que uma còpia de uma pessoa, um xerox.. enfim perderia a minha luz e passaria a desejar a dos outros e isso o diabo ja tentou fazer e deu um exemplo claro que não da certo. Agora o espìrito sim, esse pode ser trocado, revigorado, e avivado... mais ao meu ver, unção è ùnica, exclusiva, e intransferìvel.



              Eduardo Gonçalves

                                                     Na fè... sempre 

 O quarto traço que pretendo avivar neste perfil do homem de Deus é a fé. Sem fé a chamada perde todo o seu sentido; sem fé, o preparo é incompleto; sem fé, o trabalho é infrutífero: “Ora, sem fé é impossível agradar a Deus” (Hebreus 11.6). O homem de Deus precisar ser, necessariamente, um homem de fé. Samuel o foi. A casa de Israel estava afastada de Deus e entregue a toda a sorte de idolatria. Os filisteus eram ameaça iminente. Diante dessa situação caótica Samuel reúne o povo para dizer que a esperança está em Deus. Começa com uma condição: “Se de todo o vosso coração voltais para o Senhor” e conclui com uma promessa: “ele vos livrará da mão dos filisteus” (1Samuel 7.3). O povo aceitou o desafio, voltou-se para Deus, confessando seu pecado e livrando-se dos ídolos. O inimigo veio com toda a sua fúria, enquanto o povo mais se aproximava de Samuel: “Não cesses de clamar ao Senhor nosso Deus por nós para que nos livre da mão dos filisteus (1Samuel 7.9). Indiferente ao ataque do inimigo, Samuel ofereceu um cordeiro em holocausto, clamou ao Senhor, e o Senhor honrou a sua fé: “Enquanto Samuel oferecia o holocausto, os filisteus chegavam para pelejar contra Israel; mas o Senhor trovejou naquele dia com grande estrondo sobre os filisteus, e os aterrou; de modo que foram derrotados diante dos filhos de Israel” (1Samuel 7.10). O homem de Deus precisa não somente de fé; é necessário que ele viva a sua fé, diante do povo.